Nossa, eu não acredito que a última vez que eu escrevi aqui foi em Abril... Acho que no final toda aquela história de que eu ia me esforçar e escrever mais e bla blá era tudo lorota de minha parte mesmo... Outro dia eu me perguntei (sim, porque eu falo comigo mesma, como multiplas personalidades, mas eu não acho que seja caso de internação) porque eu insisto em manter um blog se eu nem lembro de entrar nele pra dar uma olhadinha de vez em quando...
A verdade é que eu não tenho coragem de não ter um. Porque eu realmente gosto de escrever, e eu gosto de pensar que eu tenho um lugar pra fazer isso além do caderno que fica no meu criado-mudo e que eu encho de coisas sem nexo e histórias que depois vão pro lixo quando eu tenho crises de insônia. Só que, se por um lado eu gosto de escrever, por outro eu sou muito preguiçosa, acho. Eu sou assim com tudo que eu faço... Eu realmente gosto de fazer, mas sempre acabo esquecendo. Não é desculpa, eu esqueço mesmo. E eu não acho que seja de propósito, porque se fosse eu não teria esquecido todas aquelas fórmulas de física que eu ralei tanto pra aprender durante a prova da fuvest e não estaria fazendo cursinho esse ano.
É a mesma coisa. Vocês não tem ideia de quantas vezes eu peguei aquele caderno de madrugada e escrevi que nem louca pensando que tinha que postar isso aqui no dia seguinte ou fiz uma anotação mental pra lembrar de postar alguma coisa no blog. E adivinhem?? Eu esqueci. Meu Deus, ler isso é pior do que ouvir minha psicóloga interior me dizer. Talvez eu realmente precise de ajuda. Ou não por que mesmo que eu fizesse uma visitinha à psicologa que minha mãe me fez ir no começo do ano com medo da história toda de eunãofuicapazdepassarnadrogadovestibular eu com certeza ia assumir minha personalidade atriz e convencer a ela (e a mim) que não há absolutamente nada errado com a minha vida, muito menos com a minha memória.
Não que haja algo errado com a minha vida. Porque não há. A não ser essa minha determinação em sempre achar que há algo errado. E ter preguiça de resolver, realmente.
Enfim, é por isso que eu ainda estou aqui. Tomando espaço no blogger. Impedindo que outra pessoa faça melhor uso desse endereço com um blog que realmente seja um blog, e não um diário de crises existenciais de uma vetibulanda pirada que quase nunca lembra dele e quando lembra é sempre pra escrever bobagens como essa.
E acreditem ou não, eu ainda não tenho certeza do que prestar nas malditas faculdades.
beijos
ps: não se assustem, eu não sou uma louca, ou qualquer coisa do tipo, aparentemente sou bem normal. Devo só ser meio dramática.
A verdade é que eu não tenho coragem de não ter um. Porque eu realmente gosto de escrever, e eu gosto de pensar que eu tenho um lugar pra fazer isso além do caderno que fica no meu criado-mudo e que eu encho de coisas sem nexo e histórias que depois vão pro lixo quando eu tenho crises de insônia. Só que, se por um lado eu gosto de escrever, por outro eu sou muito preguiçosa, acho. Eu sou assim com tudo que eu faço... Eu realmente gosto de fazer, mas sempre acabo esquecendo. Não é desculpa, eu esqueço mesmo. E eu não acho que seja de propósito, porque se fosse eu não teria esquecido todas aquelas fórmulas de física que eu ralei tanto pra aprender durante a prova da fuvest e não estaria fazendo cursinho esse ano.
É a mesma coisa. Vocês não tem ideia de quantas vezes eu peguei aquele caderno de madrugada e escrevi que nem louca pensando que tinha que postar isso aqui no dia seguinte ou fiz uma anotação mental pra lembrar de postar alguma coisa no blog. E adivinhem?? Eu esqueci. Meu Deus, ler isso é pior do que ouvir minha psicóloga interior me dizer. Talvez eu realmente precise de ajuda. Ou não por que mesmo que eu fizesse uma visitinha à psicologa que minha mãe me fez ir no começo do ano com medo da história toda de eunãofuicapazdepassarnadrogadovestibular eu com certeza ia assumir minha personalidade atriz e convencer a ela (e a mim) que não há absolutamente nada errado com a minha vida, muito menos com a minha memória.
Não que haja algo errado com a minha vida. Porque não há. A não ser essa minha determinação em sempre achar que há algo errado. E ter preguiça de resolver, realmente.
Enfim, é por isso que eu ainda estou aqui. Tomando espaço no blogger. Impedindo que outra pessoa faça melhor uso desse endereço com um blog que realmente seja um blog, e não um diário de crises existenciais de uma vetibulanda pirada que quase nunca lembra dele e quando lembra é sempre pra escrever bobagens como essa.
E acreditem ou não, eu ainda não tenho certeza do que prestar nas malditas faculdades.
beijos
ps: não se assustem, eu não sou uma louca, ou qualquer coisa do tipo, aparentemente sou bem normal. Devo só ser meio dramática.
