terça-feira, 26 de maio de 2009

Não é justo!!

Olá!! Aqui estou eu, ressurgindo das cinzas novamente. Todos vocês sabem que eu sou apenas um patamar acima de uma visitante aqui né, talvez uma zeladora... algo do tipo.

Como sempre, só vim aqui dar uma checada e vomitar algumas coisas. Porque se eu não despejar tudo aqui, eu explodo. Eu normalmente faço isso naqueles meus milhares de cadernos espalhados pelo quarto, não quero incomodar a paz do blog, mas eu esqueci todos eles essa semana e como eu tava com o pc na mão mesmo...

Nada de mais, to fazendo drama a toa aqui (como sempre). Tipo eu fiz 19 anos semana passada, sou uma universitária... e? Acho que é meio decepcionante isso, eu não sinto diferença alguma, eu ainda sou a mesma boba que quer sair mais cedo da aula e jogar the sims ou, sei lá, assistir três espiãs demais. Minha idade mental deve ser de uns 13 anos. Eu as vezes acho que deveria ser mais como as outras pessoas da minha idade e me sinto mal, mas ao mesmo tempo, poxa, eu gosto tanto de jogar the sims 2.
Acho que o problema é que eu me sinto meio sozinha aqui. Não que eu esteja isolada, mas quando paro e penso, eu conheço essas pessoas ha 3 meses, alguns amigos meus eu conheço ha 8 anos. Devo confessar, tenho umas atitudes meio divergentes, sou meio difícil pra expressar sentimentos e sou uma ótima atriz pra disfarçar meu humor. Meus amigos sabem isso e sempre sabem quando tem algo realmente errado e quando não há nada a se preocupar, e eles sempre sabem quando eu preciso deles. As pessoas daqui são super legais, mas elas não conhecem esse tipo de coisa e eu fico pensando o tempo todo se fiz algo que esta sendo interpretado de maneira errada, não quero que pensem besteira ou se magoem por causa do meu comportamento anômalo. É meio cansativo, sério, eu sinto falta das pessoas com quem eu não tenho que ficar me esforçando assim. Sou muito preguiçosa.

Eu eu também me sinto mal por estar sendo inútil. Eu explico. Acho que todos nós queremos fazer alguma diferença na vida. Como eu não tenho competência ou habilidade pra promover grandes mudanças eu normalmente me preocupo em fazer uma diferença na vida das pessoas que eu amo e me satisfaço com isso. Mas, droga, agora elas estão a quilômetros, como vou fazer isso agora? Eu fico pensando se minha melhor amiga estava triste por algum motivo tonto e eu não estava lá pra tirar isso da cabeça dela. Ou como estão se virando agora que não têm (não tinham, porque agora eu tenho pc! ) mais eu pra mandar músicas por msn? Ou se minha mãe passou fome porque não tinha eu pra ir comprar pão. Meu Deus, será que minha mãe ta comendo direito? Ela deve estar sobrevivendo a bolachas agua e sal!

Sou uma pessoa muito carente e possessiva (não ciumenta, que fique bem claro que são coisas diferentes), eu tenho que estar por perto pra garantir que todos estão saudáveis, bem alimentados e mentalmente sãos. E daqui não posso fazer nada disso.

DROGA! Eu odeio não fazer mais parte da vida deles, quer dizer, agora eu sou só alguém que visita no fim de semana. E nem são todos os fim de semana (5 horas no ônibus é foda). E tem fim de semana que eu vô e num encontro ninguém. Isso não é suficiente, nem de longe!

Preciso pensar em algo pra mudar isso.
Talvez seqüestro.

sábado, 14 de março de 2009

Pamonhas de Piracicaba!


Atenção, atenção! Preparem-se pois tenho algumas notícias! Quem decide se são boas ou não são vocês, meus fantasminhas camaradas!
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preparados?

então tá! Tchan-tchan-tchan-tchaan:
1 - eu passei no vestibulaaar!! ÊÊÊ!!! Passei, passeeeeei! Sim, eu realmente passei, passei na UNICAMP!!

agora é a hora que alguns de vocês se perguntarão: "Ué, na UNICAMP? Mas lá não tem Publicidade, tem?R: Não. Isso nos leva a n. 2:

2- Eu passei em odontologia!
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(cri... cri...) << grilos

Sim! Eu passei e estou cursando odontologia (não quero falar sobre isso.... hahaha to brincando, depois eu falo) e isso nos leva a n.3:
3: Sou a mais nova moradora de CaiPiracicaba city!!
Tudo bem vai... Eu sei que parece estranho, mas sei lá, passei, to fazendo e, quer saber, to gostando até agora... de vez em quando ainda me da uma dorzinha do coração e eu penso: "Marina, sua idiota, você resolveu no ultimo dia de inscrição colocar odonto lá e só porque passou ta toda feliz ai fazendo isso mesmo e pronto?". Sim, eu penso isso de vez em quando, principalmente quando eu fico sozinha tempo o suficiente pra pensar sobre isso. Mas quer saber, isso é uma escolha minha, não é? Eu resolvi parar de insistir em algo que tava me fazendo mal e resolvi fazer algo que não era minha primeira escolha mas que eu espero que vá me fazer bem. Sério, eu tava num nível de neurastenia alto demais... Eu tava sendo uma pessoa que não sou eu, e que eu realmente odiava ver no espelho. Eu espero que a velha marina alegre, estudiosa possa voltar agora. E eu gosto mesmo de odonto, então não me considero uma vitima.

Ah, sabe que agora eu tava aqui xeretando um pouco antes de começar a escrever e vi uns posts antigos, lááá da época do meu primeiro vestibular, de quando o neurastenia era no uol blog (malditos tempos aqueles) e eu achei uns posts curiosos. Tipo esse:

CSI: NY (isso é o título, eu vou por só um trecho do post se não vai ficar muito grande)
Eu já sabia o que eu queria prestar a muito tempo: Publicidade e Propaganda. Assim, digamos que eu nunca fui a pessoa mais decidida do mundo... Mas foi uma coisa que eu gostei e me vi trabalhando nisso. Quando era pequena eu dizia que ia ser veterinária, mergulhadora, mas nunca pensei em medicina, direito ou essas profissões de responsabilidade (não que as outras não tenham, só não são tão valorizadas e as crianças só conhecem as famosas). Bom deixei de lado a veterinária há muito tempo, mas insisti bastante em oceanografia (só desisti quando descobri que era exatas...), então me foquei em P&P. Rolou a maior baixaria aqui em casa (td mentira, num foi essas baixarias de voar prato pra todo lado, eu que sou exagerada, foi só várias conversas e crises de choro pela minha parte), até que todo mundo se conformou com a minha decisão, graças a deus.
Tá, agora é a parte em que eu queria chegar: acho que acabo de descobrir que quero fazer medicina.
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Não Ria!

Hahaha, considerando que odontologia é uma vertente de medicina... será que aquele episódio de csi foi um aviso??

eu acho que não...
beijos caspers! Vou estudar um pouco de silabos (anatomia do esqueleto cefálico)
ps: preciso mudar o template do blog... agora tem que ser universitárias em crises
ps2: vou escrever mais aqui, eu juro
ps3: eu sei que ninguém acredita mais quando eu digo isso. =/

quarta-feira, 1 de outubro de 2008



Nossa, eu não acredito que a última vez que eu escrevi aqui foi em Abril... Acho que no final toda aquela história de que eu ia me esforçar e escrever mais e bla blá era tudo lorota de minha parte mesmo... Outro dia eu me perguntei (sim, porque eu falo comigo mesma, como multiplas personalidades, mas eu não acho que seja caso de internação) porque eu insisto em manter um blog se eu nem lembro de entrar nele pra dar uma olhadinha de vez em quando...

A verdade é que eu não tenho coragem de não ter um. Porque eu realmente gosto de escrever, e eu gosto de pensar que eu tenho um lugar pra fazer isso além do caderno que fica no meu criado-mudo e que eu encho de coisas sem nexo e histórias que depois vão pro lixo quando eu tenho crises de insônia. Só que, se por um lado eu gosto de escrever, por outro eu sou muito preguiçosa, acho. Eu sou assim com tudo que eu faço... Eu realmente gosto de fazer, mas sempre acabo esquecendo. Não é desculpa, eu esqueço mesmo. E eu não acho que seja de propósito, porque se fosse eu não teria esquecido todas aquelas fórmulas de física que eu ralei tanto pra aprender durante a prova da fuvest e não estaria fazendo cursinho esse ano.

É a mesma coisa. Vocês não tem ideia de quantas vezes eu peguei aquele caderno de madrugada e escrevi que nem louca pensando que tinha que postar isso aqui no dia seguinte ou fiz uma anotação mental pra lembrar de postar alguma coisa no blog. E adivinhem?? Eu esqueci. Meu Deus, ler isso é pior do que ouvir minha psicóloga interior me dizer. Talvez eu realmente precise de ajuda. Ou não por que mesmo que eu fizesse uma visitinha à psicologa que minha mãe me fez ir no começo do ano com medo da história toda de eunãofuicapazdepassarnadrogadovestibular eu com certeza ia assumir minha personalidade atriz e convencer a ela (e a mim) que não há absolutamente nada errado com a minha vida, muito menos com a minha memória.

Não que haja algo errado com a minha vida. Porque não há. A não ser essa minha determinação em sempre achar que há algo errado. E ter preguiça de resolver, realmente.

Enfim, é por isso que eu ainda estou aqui. Tomando espaço no blogger. Impedindo que outra pessoa faça melhor uso desse endereço com um blog que realmente seja um blog, e não um diário de crises existenciais de uma vetibulanda pirada que quase nunca lembra dele e quando lembra é sempre pra escrever bobagens como essa.

E acreditem ou não, eu ainda não tenho certeza do que prestar nas malditas faculdades.
beijos

ps: não se assustem, eu não sou uma louca, ou qualquer coisa do tipo, aparentemente sou bem normal. Devo só ser meio dramática.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Os filhos da terra


"Sabemos que o homem branco não compreende nosso modo de viver. [...] A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de exaurí-la, ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai, sem remorsos de consciência. Rouba a terra dos seus filhos. Nada respeita. Esquece as sepulturas dos seus antepassados e o direito de seus filhos. Sua ganância empobrecerá a terra e vai deixar atrás de si, os desertos. A vida de tuas cidades é um tormento para os olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende. [...] O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da terra. [...] De uma coisa sabemos que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: O nosso Deus é o mesmo.[...] Ele é Deus da humanidade inteira. E quer bem igualmente ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. E causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo seu criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. [...] Se te vendemos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças como era a terra quando dela tomaste posse. E com toda a tua força, o teu poder, e todo teu coração. Conserva-a para teus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Essa terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."


O texto que você leu relata a resposta do chefe índio Seathl à proposta do governo americano de comprar suas terras, após uma série de massacres que quase dizimou seu povo, há mais de 100 anos atrás.


E, 100 anos depois, eu ainda sinto vergonha de ser branca ao lê-la.
leia aqui a resposta na íntegra

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Vamos Beber!


ficarei sim louca sei eu.
vamos beber!





Eu ia escrever só isso, mas agora que eu li essa tirinha eu lembrei de uma história que eu ouvi hoje e eu simplesmente tenho que contar. É assim: Um dia, Pixinguinha (ele mesmo, o músico) estava voltando pra casa depois de um show (não lembro onde, mas acho que era um barzinho) e foi abordado por 3 assaltantes. Ele, pacificamente, entregou todo o dinheiro que tinha ganho com o show, mas pediu a eles se ele não poderia ficar com o estojo que carregava embaixo do braço porque sua flauta estava dentro dele. Ao ouvir isso, os assaltantes reconheceram Pixinguinha e começaram a elogiá-lo e disseram que eram seus fãs e blá, blá, blá. No final, os assaltantes escoltaram o músico até sua casa, parando os quatro no meio do caminho pra encher a cara, gastando assim todo o dinheiro ganho...


fim


Ah, engraçado é. Típico do brasieliro. Poutz, fudeu, vamos beber!

considerações finais

[1] deixo bem claro que a referida blogueira não se trata de uma alcoolica anonima (muito menos conhecida); devida a sua grande intolerância a alcool, a dita cuja só toma umas batidas de vez em quando, e, mesmo assim, em pequeníssimas doses, o que já é suficiente para lhe causar uma impressionante incapacidade de reconhecer mesmo os amigos mais próximos. Por experiencia própria, portanto, a blogueira aconselha o uso moderado de tais substâncias. [2] a blogueira só usou a expressão "vamos beber!" de tanto ouvi-la em sala de aula diante de situações inusitadas, o que na maioria das vezes não resulta na realização do ato em si. A intenção foi... eu não sei qual foi a intenção, quando vi já tinha escrito. [4] eu não bebi antes de escrever esse post. Juro. [5] o motivo de tal desespero emocional não vem ao caso.

sábado, 5 de abril de 2008

A anormalidade e a liberdade

Olha só, finalmente arrumei tempo pra escrever alguma coisa!
*Coros de anjos ao fundo cantando Aleluia*

Aiai, então, como vai a vida? A minha anda inexistente. Haha, triste mas verdade. Sexta passada eu nem sai porque num aguentava ficar em pé e as minhas best queriam sair pra dançar T.T elas sairam eu fiquei em casa assistindo Altas Horas... Dai me vem a Sérahh no msn ontem perguntar porque eu não fui no general sábado, que ela tava com saudades... X( Ninguém manda passar na faculdade, ir morar fora e me largar aqui! =P

Tá, agora deixando a minha vida de lado porque ninguém quer saber dela mesmo... Então... ontem estava eu vagando pelo orkut até que entrei em uma comunidade denominada: "Ser normal é para os fracos", e, nela, o tópico: "O que é ser anormal nos dias de hoje?". Não lembro se estava exatamente assim, mas era algo do tipo. Abri o tópico e li todas as respostas, mas não achei ninguém com a mesma concepção que eu. Todos falam que é não abaixar a cabeça ou ser original, essas coisas que a gente esta acostumado a ler, e que eu realmente não concordo. Acho que eu tenho uma visão mais filosófica da coisa e não tão moralista, mas enfim... ninguém lá realmente me convenceu. E eu senti que realmente precisava dizer o que eu achava que era ser anormal, mas tenho a impressão que não consegui me expressar bem lá...

Hoje em dia, o mundo nos faz extremamente exigentes; nós idealizamos imagens, pessoas, vidas, sonhos, tudo ao nosso redor, e, no fim, essas coisas nunca se concretizam. Isso causa uma profunda sensação de fracasso em todos, sem excessão. Isso é o normal. Você precisar de instrumentos pra alcançar a felicidade, e no final ela nunca será plena. Você pode pensar que você precisa daquele celular, ou então que quer ser igualzinha a Britney Spears e não desistir até conseguir porque sente que sem isso não será realizada, mas o que vem depois?

Pra mim essa é a anormalidade do nosso tempo: ser feliz pura e simplesmente, sem nenhuma razão para isso, simplesmente por estar respirando, por olhar para o alto e ver as nuvens no céu. Ser tolamente alegre. E isso é muito difícil, ainda mais quando estamos sendo bombardeados por imagens de um mundo pessimista que só nos mostra o quanto somos ruins, chatos e infelizes o tempo todo. O anormal moderno não precisa de nada disso, mas é preciso muito para chegar a ser um anormal. É preciso muita força. E é por isso que eu realmente acredito que ser normal é para os fracos. Mas é só sendo anormal que se é verdadeiramente livre.



Bom, era isso que eu queria, me explicar melhor aqui, mesmo sabendo que ninguém lá vai ler, mas pelo menos eu tentei hahaha! Ah, deixa eu explicar a imagem: é que não da pra ler, mas do lado direito está escrito "Freedom" (liberdade), é por isso que todas as outras coisas ruins estão indo embora. Hahaha, achei a imagem muito perfeita, foi roubada no álbum da Ana Carolina, uma amiga minha, brigada Carol!

agora eu vou-me que eu tenho que tomar banho e descer no centro trabalhar como escrava na loja e depois tenho aulas às 2 horas (num sábado, pode?)...
beijos =**

terça-feira, 1 de abril de 2008

hum...


Acho que vou postar no blog hoje...

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Não vou não... Primeiro de Abril!

hahaha... desculpem gente, mas acho que todos os fantasmas que passam aqui de vez em quando sabem que eu não sou muito constante hahaha... a Luiza menos ainda, de modo que o blog chega a ficar as moscas por muito tempo... Ela ainda da pra justificar né, num sei se lá em São Carlos ela ta com pc... Já eu, o máximo que posso dizer é que ando numa correria desgraçada, tem dias que tenho aula até as 10 e meia da noite (eu entro as 7:10 da manhã, mas é lógico que tem intervalos durante o dia né... senão ninguém aguentava) e esses dias têm sido o cão com a história da loja da minha mãe e tudo o mais (qualquer dia eu conto), e esperar que vocês acreditem... Mas hoje é primeiro de Abril, né... merecia uma brincadeirinha... mesmo que sem inspiração nenhuma e morrendo de dor nas costas...

=**